DANAÇÕES II

dezembro 19, 2007 at 2:59 pm (Poemas Avulsos)

errante.jpg

Hoje, não mais que hoje, sou disperso.

Pedaços de um mundo bem distante

Contemplo o que é surpresa, mas desprezo.

São dores que renascem neste instante.

 

 

Solidão inútil, constante “amiga”.

A flor que te inventou se recolheu.

És bela e pura, porém inimiga.

Hoje não mais sei o que sou eu.

 

 

Oh solidão que enche todo o quarto

Delirás no meu corpo incauto e gasto.

Deixa-me em paz um só minuto.

 

 

Não suporto este porto solitário

Estou morto, pois o mundo eu atrapalho.

O que resta de saída é o absurdo.

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