DANAÇÔES

agosto 12, 2007 at 6:53 pm (Poemas Avulsos)

O abismo nos convida para o sono

Eu conheço o profundo dos cansaços

Escondemos o abismo e nada somos

A minha geração sangra nos mastros.

  

Maquinas trituram os nossos sonhos

Asas fechadas para um vôo divino

Deus morre nu no ventre dos destinos

Ao som de estranhas músicas montanhas.

  

Não tenho onde pousar o meu cansaço

A certeza me atrai mais incertezas

E brutaliza tudo aquilo do que faço

  

A mesma lágrima no rosto, a dor que cresce.

O vento leva a noite, mas deixa estrelas.

E juntas contemplam a dor que me padece.

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