Frases de Vida e de Morte

outubro 13, 2008 at 1:37 pm (Relicário de Frases)

VIDA

A vida que a gente vive / não deixa a gente viver.

Álvaro Pacheco (1933-) Poeta Piauiense (A Matéria do Sonho).

A vida humana para mim, é um ludus, um divertimento sem mais significação.

Antonio Carlos Villaça (1928-2005) Escritor e Jornalista Carioca (O Nariz do Morto).

Quanto mais se vive, tanto menos se aprende a viver.

Augusto Meyer (1902-1970) Critico e Ensaísta Literário Gaúcho (A Forma Secreta)

O que se leva desta vida é a vida que se leva.

Barão de Itararé (1895-1971) Jornalista e Humorista Gaúcho (Máximas e Mínimas de Barão de Itararé).

Nossa vida é uma balança / com duas conchas iguais: / Numa a alegria descansa / noutra descansam os ais.

Belmiro Braga (1872- 1937) Poeta Mineiro (Rosas).

A vida para mim é vontade de morrer.

Carlos Drummund de Andrade (1902-1987) Poeta e Cronista Mineiro(Alguma Poesia).

Viver é juro de clara perda.

Carlos Nejar (1939-) Poeta Gaúcho (O Túnel Perfeito).

Viver é conciliar-se com o possível.

Gilberto Amado (1887-1969) Escritor Sergipano (Ideário).

A gente pensa que vive por gosto, mas vive por obrigação.

Guimarães Rosa (1908-1967) Escritor Mineiro (Estas Estórias).

A gente quer, mas não consegue furtar no peso da vida.

Guimarães Rosa (1908-1967) Escritor Mineiro (Tutaméia).

Viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos – para não morremos soterados na poeira de banalidade.

Lya Luft (1938-) Escritora Gaúcha (Pensar é transgredir!).

A vida é boa, mas não é justa. Acostume-se.

Marcelo Nova (1951-) Cantor e Compositor Baiano (Extraído da Revista Época).

Viver não pede talento algum.Apenas paciência.

Mário da Silva Brito (1916-) Poeta e Ensaísta (O Fantasma Sem Castelo).

Viver é conviver.

Mário da Silva Brito (1916) Poeta e Ensaísta (O Cartola do Mágico).

Viver é trapacear com a morte.

Mário da Silva Brito (1916 –) Poeta e Ensaísta (Diário Intemporal).

A vida é bela. O ato de viver é que estraga tudo.

Mário da Silva Brito (1916) Poeta e Ensaísta (O Cartola do Mágico).

Isso de morrer não tem importância, o importante é viver um pouco agitando e encantando a vida.

Mário de Andrade (1893-1945) Escritor Paulista (A Lição de Amigo).

A vida não nos dá tempo para a vida.

Mario Quintana (1906-1994) Poeta Gaúcho (Porta Giratória).

Vale a pena viver – nem que seja para dizer que não vale a pena…

Mario Quintana (1906-1994) Poeta Gaúcho (A Preguiça como Método de Trabalho).

Viva de maneira que ao morrer não te lastimes de haver vivido.

Marquês de Marica (1773-1848) Pensador Carioca (Máximas Reflexões e Pensamentos).

A vida é sempre longa quando a empregamos bem, e brevíssima quando a desperdiçamos em tolices.

Olívio Montenegro (1896-1962) Crítico Literário Paraibano (Folhas ao Vento).

VIDA E MORTE

Não é a morte que me põe medo; / È a vida.

Cassiano Ricardo (1895-1974) Poeta e Jornalista Paulista (Face Perdida).

A vida não tem cura, a morte é certa.

Dante Milano (1899-1991) Poeta Mineiro (Poesia e Prosa).

A vida é complicada, mas querida. A morte é simples, porém temida. Nisto se resumem todos os nossos problemas.

Eno Teodoro Wanke (1929-2001) Poeta Paranaense (Pensamentos Moleques).

O principal não é morrer bem, mas viver corretamente.

Huberto Rohden (1893-1981) Escritor e Filósofo Catarinense (A Educação do homem Integral).

A vida é uma dádiva tão grande que só podemos pagá-la com a morte.

Júlio Camargo (1928-2007) Escritor e Jornalista Pernambucano(A Arte de Sofismar).

Cada dia que passa mais vivem em mim os mortos que amei.

Mário da Silva Brito (1916-) Poeta e Ensaísta (Desaforismos).

MORTE

È a morte-esta carnívora assanhada/ -serpente má de língua envenenada/ que tudo que acha no caminho come.

Augusto dos Anjos (1884-1914) Poeta Paraibano (Eu e outras Poesias)

Não há vivos; há os que morreram e os que esperam vez.

Carlos Drumonnd de Andrade (1902-1987) Poeta e Cronista Mineiro (A Avesso das Coisas).

Nossos mortos estão sepultados em nós, mas preferimos visitá-los no cemitério.

Carlos Drumonnd de Andrade (1902-1987) Poeta e Cronista Mineiro (A Avesso das Coisas).

Morrer é o mesmo que não ter nascido.

Dante Milano (1899-1991) Poeta Mineiro (Poesia e Prosa).

È antiético falar mal de um colega, mas Deus sofre de milenar falta de imaginação.Suas peças têm o mesmo e previsível desfecho -a morte.

Dias Gomes (1922-1997) Dramaturgo Baiano (Extraído do livro: Dicas da Dad, de Dad Squarisi).

Não vale a pena chorar por nada que não seja a morte. E, em caso de morte, chorar não adianta.

Eno Teodoro Wanke (1929-2001) Poeta Paranaense (Pensamentos Moleques).

A gente morre para provar que viveu.

Guimarães Rosa (1908-1967) Escritor Mineiro (Discurso de posse na Academia Brasileira de Letras).

A morte é a única maneira eficiente do individúo livrar-se de si mesmo.

Mário da Silva Brito (1916-) Poeta e Ensaísta (Conversa Vai, Conversa Vem).

… mesmo depois que nada mais nos espanta neste mundo, resta-nos ainda uma aventura inédita: a morte.

Mario Quintana (1906-1994) Poeta Gaúcho (Porta Giratória).

Há criaturas que não vivem: apenas estão fazendo horas para morrer.

Mario Quintana (1906-1994) Poeta Gaúcho (Porta Giratória).

Morremos em um instante, e tememos a morte por muitos anos!

Marquês de Marica (1773-1848) Pensador Carioca (Máximas Reflexões e Pensamentos).

Quem é vivo sempre aparece? Errado. Quem é vivo sempre desaparece.

Millôr Fernandes (1924-) Escritor e Humorista Carioca (Extraído da revista Veja).

O pior não é morrer.È não poder espantar as moscas.

Millôr Fernandes (1924-) Escritor e Humorista Carioca (Millôr Definitivo: A Bíblia do Caos)

Um cadáver é o produto final. Nós somos apenas a matéria-prima.

Millôr Fernandes (1924-) Escritor e Humorista Carioca (Millôr Definitivo: A Bíblia do Caos)

A morte está sempre mais ou menos longe, mas ninguém sabe em que tipo de transporte, e com que velocidade, ela viaja.

Millôr Fernandes (1924-) Escritor e Humorista Carioca (Millôr Definitivo: A Bíblia do Caos)

A morte é alguma ciosa que está dentro da vida e não contra ela.

Paulo Leminski (1944-1989) Poeta e Compositor Paranaense (Extraído do livro O Bandido que Sabia Latim, de Toninho Vaz).

Os melhores entre nós estão mortos ou vão morrer cedo.

Paulo Mendes Campos (1922-1991) Cronista e Poeta Mineiro (O Anjo Bêbado).

Há uma morte feliz.È aquela que acontece no tempo certo.

Rubem Alves (1933-) Escritor e Psicanalista Mineiro (As Cores do Crepúsculo)

About these ads

5 Comentários

  1. rakel medeiros said,

    kero viver um dia de cada vez mas sem ti nao vale a pena

  2. martacosta said,

    «Nada é permanente neste mundo cruel. Nem mesmo os nossos problemas.»

    Visite e participe no fórum «Cais112» onde pode falar de tudo que esteja relacionado com saúde, desemprego, sociedade, desabafos, etc.

    Para que possa encontrar ajuda e ajudar o próximo com as sua experiências.

    Visite-nos e faça do «Cais112» um cais de interajuda para quem mais precisa!

    http://www.cais112.com

  3. Vicente Freitas said,

    Muito bom ler teu blog. Uma infinidade de conceitos e parafusos que se encaixam perfeitamente nos seus devidos locais. Parabéns por sua revista eletrônica, o Blecaute.

  4. Jaquelyne Costa said,

    Amigo, sempre estou a te visitar!
    Teu blog me é sempre um regalo, pois sabes que sou admiradora do Jornalismo Literário!!
    Um grande abraço, meu querido!

  5. jotamatias said,

    A vida é foda, literal ou inversamente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d blogueiros gostam disto: